A Prova de Função Pulmonar permite verificar se existe obstrução ao fluxo de ar, ou seja, se as vias aéreas estão anormalmente contraídas, ou se o volume dos pulmões está normal.

São realizados, ainda, testes após o uso de medicação broncodilatadora (bombinhas do tipo Aerolin ou Berotec), determinando se a obstrução é reversível ou não. Com este procedimento pode-se diagnosticar a presença de asma e o quanto há de melhora após o uso do broncodilatador.

A Prova de Função Pulmonar pode detectar a doença pulmonar obstrutiva crônica em estágios precoces e deve ser realizada em todos os fumantes com mais de 45 anos.

Pacientes fumantes com exame normal deve repetir o exame a cada três anos. Em pacientes com asma brônquica, a Prova de Função Pulmonar, deve ser realizada periodicamente e, através dos valores obtidos ao longo do tempo, pode-se avaliar a necessidade do tratamento mais intenso, da manutenção do tratamento, ou da possibilidade de retirada, com redução das doses dos medicamentos.

Existem várias razões para se indicar a realização de Provas de Função Pulmonar. Este é um exame que avalia as capacidades e volumes pulmonares, além do fluxo aéreo pelas vias respiratórias. A prova funcional respiratória é freqüentemente um exame de triagem para detectar a presença de doença pulmonar, mas, isoladamente, não define extensão da doença, resposta ao tratamento, risco pré-operatório ou nível de incapacidade.

As Diretrizes Para Testes de Função Pulmonar, consenso elaborado pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, publicado em 2002, estabelece a utilidade das provas de função pulmonar em diversas situações:

  1- na identificação de doença ou envolvimento pulmonar em indivíduos de risco;
2- na quantificação de doença pulmonar;
3- no diagnóstico de distúrbios ventilatórios obstrutivos ou restritivos;
4- na detecção precoce, avaliação e acompanhamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
5- na avaliação e acompanhamento da asma;
6- na avaliação e acompanhamento das doenças intersticiais pulmonares;
7- na avaliação da dispnéia;
8- na exposição ocupacional;
9- na avaliação pré-operatória.

Preparo do paciente antes do exame

Recomendamos: a suspensão da medicação quatro horas antes do exame, caso não seja possível, o paciente deverá passar essa informação ao técnico para anotação e utilização na análise dos valores para laudo.
Não ingerir: café, achocolatados, bebidas que contenham álcool.
Fumo: Não fumar duas horas antes do exame.
Equipamento: espirômetro com sensor de fluxo/volume da marca KOKO.

 

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